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A' Cerca de Coimbra


Quinta-feira, 01.12.22

Coimbra: Museu dos Transportes Urbanos. Reflexões. Comentário final.

Conclui hoje a publicação, no blogue A’Cerca de Coimbra e nas redes sociais, sob a epígrafe Museu dos Transportes Urbanos. Reflexões, um conjunto de quatro entradas, visando elucidar as questões baixo referidas.

Museu dos Transportes. Interior. 1995. Foto Ernest

Museu dos Transportes Urbanos de Coimbra. Vista do interior. Foto Ernst Kers

Museu Transp Urbanos Coimbra 1.jpg

Museu dos Transportes Urbanos de Coimbra, desdobrável. Col. Vítor Rochete

- Procurar conhecer o que sucedeu após o encerramento, vai para 20 anos, ao Museu dos Transportes Urbanos de Coimbra e, em particular, às peças históricas, algumas únicas a nível mundial, que ali existiam.

Não temos dúvida, face ao se apurou, de estarmos perante um evidente e muito lamentável exemplo da incúria do Município, ao longo dos mais de vinte anos já passados;

- Saber se a reabertura deste núcleo museológico, nas instalações da primitiva oficina e local de guarda dos carros elétricos, ou seja, in situ, se enquadra nos caminhos apontados pelas mais recentes investigações sobre o tema, e se custos dessa reabertura estão ao alcance do Município.

A apresentação in situ está validada cientificamente, ocorre em situações similares, apresentando custos perfeitamente suportáveis pelo Município, para além de assegurar a necessária e urgente manutenção do espólio ainda existente.

- Esclarecer se essa reabertura, prejudica a existência de um projeto de maior fôlego e elevado custos, para o qual o Município apresentou uma candidatura – uma entre tantas outras apresentadas por outras Entidades – e, por tal, de resultado e de montante a atribuir não previsíveis.

Concluiu-se, que esta poderia considerar-se como uma primeira fase do projeto que sustenta a candidatura, não se descortinando qualquer incompatibilidade entre os mesmos.

 

Perante tudo “isto”, repetimos o nosso apelo.

Elaborem e planeiem os projetos que entenderem, mas façam-no faseadamente.

Num primeiro momento reabram o Museu, o Núcleo, ou que lhe quiserem chamar, porque embora mutilado, ainda ali existem peças únicas a nível mundial.

A reabertura está, perfeitamente, ao alcance do Município de Coimbra, sem lhe seja necessário recorrer a subsídios de qualquer Entidade.

Este é, quiçá, o único caminho a trilhar, para tentar redimir, minimamente, os erros do passado.

Como refiro, numa entrada anterior, julguei dever levar, previamente, ao conhecimento do Senhor Presidente, em exercício, o que atrás exponho, para o que me foi disponibilizada uma escassa meia-hora, no decurso da qual, em ordem a este projeto, nada foi adiantado.

Concluindo. Por meu lado fiz o que pude e o que a minha consciência me mandava fazer.

Deixo à consideração dos que amam Coimbra o caminho que julguem deverá ser percorrido.

Rodrigues Costa

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por Rodrigues Costa às 21:20


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