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A' Cerca de Coimbra


Terça-feira, 20.10.20

Coimbra: Coro D. Pedro de Cristo 3

Para os mais velhos, ao falar do Coro D. Pedro de Cristo está, sempre, associado o nome do Dr. Francisco Faria.

Recorda Maria do Rosário Pericão, uma das fundadoras do Coro.

Com efeito o Dr. Francisco apresentava já, naquela época [aquando do início do Coro] um notável curriculum como fica demonstrado nos dados biográficos então divulgados e que nos permitimos transcrever.

«Nascido em S. Paio de Seide (V.N. de Famalicão) no ano de 1926, Francisco Faria começou os seus estudos no Seminário Diocesano de Braga, tendo como professor seu irmão o compositor Manuel Faria e continuou os seus estudos musicais em Coimbra ao mesmo tempo que cursava Direito o que concluiu em 1954 … em 1961 foi nomeado professor de História da Música da Faculdade de Letras de Coimbra.

Durante a sua permanência em Coimbra e ainda estudante, participa em todas as manifestações musicais que culminaram na criação do Coral  dos Estudantes da Faculdade de Letras de que foi Diretor Artístico e à frente do qual durante quase dezasseis anos deu o melhor do seu trabalho e saber conduzindo-o aos maiores sucessos no país e no estrangeiro.

Homenagem do Coro e do Instituto.jpgHomenagem do Coro e do Instituto de Justiça e Paz que atribuiu o nome de Francisco Faria, à sala de ensaios. 06.07.2016

Tendo sido honrado com o pedido de um curto depoimento para esta obra ali figura o seguinte texto.

Acompanhei o nascimento do Coro D. Pedro de Cristo, mas o meu relacionamento com o grupo assumiu outra dimensão depois de ter passado a exercer as funções de primeiro Diretor do Departamento de Cultura da Câmara Municipal de Coimbra, Foi no exercício desse cargo e da amizade então cimentada com o Dr. Francisco Faria - pessoa com quem tanto aprendi - que aprofundei o meu conhecimento acerca das escolas de música que outrora  existiram em Coimbra, da importância do Patrono do Grupo na música coral portuguesa e da pertinência  deste tipo de música.

Posso afirmar a qualidade do Coro recordando uma pequena história, No âmbito da geminação de Coimbra com Poitiers, o Coro D, Pedro de Cristo, em permuta com o Chorale Josquin des Prés, deslocou-se àquela cidade, onde atuou. O nível artístico atingido mereceu, na imprensa local, lisonjeiras referências.

Retribuindo a visita, o referido Chorale deslocou-se a esta cidade e realizou um concerto na Sé Nova. Recordo a «zanga» de Francisco Faria, quando, no decurso da atuação do grupo constatou que o mesmo, a fim de atingir uma qualidade semelhante à patenteada pelo grupo português, tinha sentido necessidade de se socorrer da colaboração de profissionais do canto. Fica o meu testemunho.

Concerto de Reis dedicado aos utentes.jpg

Concerto de Reis dedicado aos utentes e funcionários do Solar das Chãs. 05.01.2020

Medalha.jpgMedalha comemorativa do cinquentenário do Coro D. Pedro de Cristo

Pereira, I.B., Pedro, I., Figueiredo G.T. Coordenadores. Coro D. Pedro de Cristo. 50 anos: memórias e história(s). 1970-2020. Coimbra, Coro D. Pedro de Cristo – Associação Cultural.

 

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por Rodrigues Costa às 19:32

Quinta-feira, 15.10.20

Coimbra: Coro D. Pedro de Cristo 2

O antigo coralista Dr. Francisco José Jacob Neves salienta que o Coro D. Pedro Cristo ao optar claramente por incluir música antiga no seu reportório leva a que o coro continue a   interpretar regularmente ainda os «Quatro Responsórios de Natal» de D. Pedro da Esperança, compositor da mesma escola. Nas largas dezenas de folhas de sala que o coro possui no seu arquivo vemos ainda obras dos cancioneiros tardo-medievais e maneiristas ibéricos e obras de todas as épocas até ao séc. XXI de compositores portugueses e estrangeiros.

… A influência musical e o gosto especial que o coro tem pela música de produção nacional tem também origem nas apostas do seu primeiro diretor que marcaram um estilo que ainda hoje se mantém. Quatro grandes compositores se destacam neste âmbito: o patrono do coro, D. Pedro de Cristo, o seu irmão e compositor Padre Manuel Faria, o professor e compositor Mário de Sousa Santos e o compositor e etnomusicólogo Fernando Lopes-Graça.

Concerto no Colégio de S. Teotónio.jpgConcerto no Colégio de S. Teotónio em Coimbra. 16.03.1979. Op. cit. Pg. 201

Senhor de um grande historial o Coro tornou-se ao longo dos anos uma grande família com uma atividade notória e com uma intervenção musical, cultural e social muito significativa.

Não havendo registo sistemático e global de todos os concertos … foram levadas a cabo 670 atuações comprovadas … destas cerca de 35 foram no estrangeiro.

 

Digressão do Coro a França.jpg

Digressão do Coro a França – Região da Alsácia. Março e Abril de 1980. Op. cit. Pg. 208

 Apresentou mais de 350 obras de 72 autores nacionais e estrangeiros. Participaram nestas atividades cerca de 520 coralistas, aproximadamente entre 40 a 60 por ano,

Leonor Martins de Almeida, único elemento ativo desde a fundação do Coro, recorda de forma emocionada a vivência que nele se vive, salientando que ao mesmo tempo que o Coro se foi afirmando pela sua qualidade artística, o grupo foi-se tornando mais coeso, um verdadeiro grupo de amigos … Em particular, nos naipes geraram muitas amizades para a vida.

Recorda ainda como foi assegurada a continuidade. Inevitavelmente, a idade já um pouco avançada do nosso querido «Chefe», obrigou-o a procurar por vários momentos, uma alternativa para a sua substituição como maestro do Coro. A Cristina Faria surgia sempre com a alternativa óbvia, mas ela entendia não ser ainda o seu tempo e o «Chefe» lá se foi mantendo e, finalmente, em 2009, a Cristina acabou por aceitar ficar como maestrina, a pedido insistente do Coro e do seu Pai.

 

Concerto de Reis, no Conservatório de Música de Concerto de Reis, no Conservatório de Música de Coimbra. 11.01.2020. Op. cit. Pg. 175

Via a Cristina Faria ainda criança, no início do Coro a deambular pela sala dos ensaios e, mais crescida, como soprano quando entrou para o Coro, em 1976. E que soprano! Uma voz belíssima … E agora ali estava ela, a dirigir o Coro, uma maestrina com muita «garra», com o seu estilo próprio.

Pereira, I.B., Pedro, I., Figueiredo G.T. Coordenadores. Coro D. Pedro de Cristo. 50 anos: memórias e história(s). 1970-2020. Coimbra, Coro D. Pedro de Cristo – Associação Cultural.

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por Rodrigues Costa às 18:21

Terça-feira, 13.10.20

Coimbra: Coro D. Pedro de Cristo 1

Foi recentemente pulicado o livro Coro D. Pedro de Cristo. 50 anos: memórias e história(s). 1970-2020. Com estas três entradas – constituídas por textos e imagens ali publicadas – queremos homenagear um Coro que tem honrado a cidade de Coimbra e levado o seu nome por esse Mundo fora. Pelo meu lado, simplesmente: OBRIGADO.

Coro D. Pedro de Cristo, capa.jpgCoro D. Pedro de Cristo. 50 anos: memórias e história(s). 1970-2020, capa

No programa do seu 1.º concerto, realizado em 16 de maio de 1970, era referido.

O Coro D. Pedro de Cristo, para além da cultura dos seus componentes e convivência através do canto, propõe-se contribuir para a animação e renovação das liturgias, bem como para a difusão da arte musical para um público que geralmente não participa em espetáculos.

Tudo tinha começado quando o Doutor José Antunes, um dos elementos fundadores do Coro, em Março de 1970, ao ter conhecimento de que o Dr. Francisco Faria se encontrava desvinculado da direção artística do Coral de Letras da Universidade de Coimbra, procurei, de imediato, o bom e grande amigo de longa data. Encontrámo-nos, e em conversa muito franca e cordial, comunicou-me que muito ambicionava fundar um Coro. Dada tão peculiar coincidência de planos e até de objetivos entre ambos, sugeri então ao distinto maestro que poderia levar por diante o seu auspicioso projeto, criando e integrando um Coro do Centro de Estudos Teológicos, como prolongamento da cadeira de Liturgia, comprometendo-me, pela minha parte, a proporcionar condições favoráveis e sede própria. E foi assim que com um misto de bom entendimento e de júbilo, surgiu, em boa e ditosa hora, o grupo coral denominado (por feliz sugestão do Dr. Francisco Faria), Coro de D. Pedro de Cristo. Um nome, aliás, recebido com plena satisfação por todos os seus primeiros componentes, porquanto evocava e prestava merecida homenagem a um insigne e grande compositor português, dos finais do século XVI e princípios do século XVII, o Cónego Regrante D. Pedro de Cristo (1550-1618), verdadeiro "esplendor musical" do prestigiado Mosteiro de Santa Cruz de Coimbra.

 

Concerto nos Claustros do Mosteiro de Santa Cruz.j

Concerto em 19.06.1970. Claustros do Mosteiro de Santa Cruz de Coimbra. Op. cit. Pg. 178

 Não admira, por isso que um bom grupo de jovens universitários, constituído por crentes e não crentes, assim como outros elementos fora da Universidade, tenham aderido, de imediato, ao Coro D. Pedro de Cristo, logo que surgiu como grupo, no meio académico, desejosos de levar a todos os recantos a boa arte musical, bem conscientes, como hoje, de que a difusão do belo não tem fronteiras.

Basílica de S. Pedro em Roma.jpg

Basílica de S. Pedro em Roma, 02.12.2010. Depois da participação na missa. Op. cit. pg. 256

Pereira, I.B., Pedro, I., Figueiredo G.T. Coordenadores. Coro D. Pedro de Cristo. 50 anos: memórias e história(s). 1970-2020. Coimbra, Coro D. Pedro de Cristo – Associação Cultural.

 

 

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por Rodrigues Costa às 12:38

Quarta-feira, 09.12.15

Coimbra, o edifício Chiado 3

Durante os anos que se seguiram (ao 5 de Junho de 1978, a “Noite de Coimbra”) foi fundamental a ação destes serviços (os Serviços de Turismo da CMC) … Terá sido aqui que surgiram eventos que estiveram na génese de importantes programas culturais da cidade, como por exemplo os Encontros de Fotografia e a Feira do Livro. Foi também aqui que funcionou uma escola de fado e o local onde se instalaram os primeiros serviços de cultura da autarquia, o Departamento de Ação Educativa e Cultural.

Magalhães, R. 2010. Edifício Chiado. Uma das curiosidades de Coimbra. In Caminhos e Identidades da Modernidade. 1910. O Edifício Chiado em Coimbra. Actas. Coimbra, Câmara Municipal de Coimbra, pg. 218

 

Tendo tido a honra de liderar a equipa que ergueu os eventos acima referidos importa, para memória futura, enumerar do conjunto de eventos então realizados, os mais relevantes, primeiro no âmbito dos Serviços Municipais de Turismo, depois do Departamento de Cultura, Desporto e Turismo.

- Eventos de temáticas diversas

. Encontros de Música Ibérica
Apoio à organização da II edição em 1978
. Festival Internacional do Filme Amador de Coimbra (FIFAC)
Organização em colaboração com a Secção de Cinema da AAC das edições de 1979, 1980 e 1981.
. Encontros de Fotografia de Coimbra
Organização em colaboração com a Secção de Fotografia da AAC: edição de 1980, comissariada por Zeferino Ferreira; edição de 1981, comissariada por António Miranda.
Apoio às organizações subsequentes
. Curso e Concurso Internacionais de Guitarra de Coimbra
Organização das edições de 1984, 1985, 1986.
. Salão de Pintura Naïve
Organização de quatro edições
. Recuperação e divulgação da Doçaria Tradicional de Coimbra
Exposição no edifício Chiado, Julho de 1982
. Ciclo de palestras sobre História de Coimbra «Descobrir Coimbra»
1º ciclo de Fevereiro a Abril de 1983; 2º ciclo Janeiro a Março de 1984, num total 20 sessões). Programação de Berta Duarte
. Prémio Literário Miguel Torga Cidade de Coimbra
Lançado em 1984 e que continua a ocorrer anualmente
. O Postal Ilustrado. Contributo para a Imagem de Coimbra
Exposição temporária, de 28.06 a 15.07 de 1986. Edifício Chiado.
Recolha e catalogação de Berta Duarte e Carlos Serra.

- Eventos de apoio à Etnografia e Folclore do concelho de Coimbra
. I Seminário sobre a Etnografia e o Folclore de Coimbra e seu termo
Fevereiro de 1978
Na sequência deste evento foram desenvolvidas, nomeadamente, as seguintes ações:
- Esquema de apoio ao Folclore da Região de Coimbra
Assente no funcionamento de uma Comissão de Análise dos Grupos Folclóricos que avaliava o mérito dos grupos e na atribuição de apoios financeiros àqueles que era reconhecido “interesse folclórico”.
- Cursos de Formação de Responsáveis de Grupos Folclóricos
Organização dos cursos realizados
- Recuperação da viola toeira coimbrã
Viabilização da recuperação através da prévia aquisição de exemplares e distribuição destes pelos grupos folclóricos classificados
- II Congresso da Federação do Folclore Português, em 15 e 16 de Setembro de 1979
Organização e publicação das Atas.
. Aspetos do Trajo Popular Feminino em Coimbra
Exposição inicialmente apresentada no Casino Estoril e posteriormente no Edifício Chiado (Outubro de 1984) e no Casino do Funchal (Abril de 1990).
Planificação e textos de Berta Duarte e Nelson Correia Borges.

- Eventos de apoio ao Fado de Coimbra
. Seminário sobre o Fado. Seu passado. Seu futuro
Organização do Seminário que incluiu a realização da primeira serenata na Sé Velha depois de 1969, em Maio de 1978
. II Seminário sobre o Fado de Coimbra
Organização do Seminário, em Maio de 1979
Na sequência destes eventos foram desenvolvidas, nomeadamente, as seguintes ações:
- Edição: do disco “Coimbra tem mais encanto”; do opusculo Fado de Coimbra ou Serenata Coimbrã? da autoria de Francisco Faria; do livro “O Canto e a Guitarra na Década de Ouro da Academia de Coimbra (1920-1930), da autoria de Afonso de Sousa; do disco “Zeca em Coimbra”; viabilização da edição do álbum com seis discos “Tempos de Coimbra. Oito décadas no canto e na guitarra”.
- Escola de Fado de Coimbra
Criação e financiamento da Escola que funcionou no Edifício Chiado de 1979 a 1981, sob a direção de Jorge Gomes e Fernando Monteiro
- Guitarras de Coimbra
Exposição temporária. Edifício Chiado, em 1982, comissariada por Berta Duarte e Carlos Serra (Museu Académico)
- Fado de Coimbra – Memória Fonográfica (1896-1930)
Exposição temporária, em 1986, comissariada por Berta Duarte e Carlos Serra (Museu Académico)

- Eventos de apoio ao Artesanato da Região de Coimbra
. Colóquio sobre o Artesanato
8 a 11 de Novembro de 1979
Organização e publicação das respetivas Atas
. Jornadas sobre a Cerâmica em Coimbra
Janeiro de 1981
Organização e publicação das Atas, editadas pela Comissão de Coordenação da Região do Centro.
. Casa do Artesanato da Região de Coimbra que funcionou no edifício da Torre de Anto de 1979 a 1995
. Exposições sobre as Técnicas Tradicionais da Região de Coimbra, a saber:
-Tecelagem da Região de Almalaguês
Exposição temporária. Edifício Chiado, de 21 de Outubro a 5 de Novembro de 1978. Encenação e catálogo de Henrique Coutinho Gouveia
- Funilaria e Latoaria na Região de Coimbra
Exposição e demonstrações ao vivo realizadas na Casa de Artesanato da Região de Coimbra, a partir de 7 de Setembro de 1979. Organização de Ângela Sobral
- Palitos de Pá e Bico
Exposição itinerante. Casa de Artesanato da Região de Coimbra, Novembro de 1979.
Organização do Museu e Laboratório Antropológico da Universidade de Coimbra
- Estatuária Popular de Gondramaz
Exposição temporária. Casa de Artesanato da Região de Coimbra, 27 de Novembro de 1982.
Planificação e texto de apresentação de Ângela Sobral
- Colheres de Pau
Exposição temporária. Casa do Artesanato da Região de Coimbra, Fevereiro, Abril 1985.
Planificação e texto de apresentação de Ângela Sobral
- O Último Tamanqueiro de Cantanhede
Exposição temporária. Organização em colaboração com o Instituto Português do Património Cultural. Casa do Artesanato da Região de Coimbra. Janeiro de 1986.
Texto de apresentação da Margarida Coutinho Gouveia
- Barros Vermelhos do Carapinhal
Exposição temporária. Casa do Artesanato da Região de Coimbra. 1987
Planificação de duas exposições sobe o tema a primeira com texto de Berta Duarte
- Barros Vidrados de Casal do Redinho
Exposição temporária. Casa de Artesanato de Coimbra, de 16 de Março a 31 de Maio de 1980.
Planificação e texto de apresentação de Ângela Sobral

Deste conjunto de exposições recolhemos a respetiva documentação de apoio. Neste âmbito foram, ainda, organizadas as seguintes exposições em ordem às quais não dispomos de documentação:
- Faiança Esmaltada de Coimbra
Exposição temporária. Casa de Artesanato da Região de Coimbra, 1980
Planificação e texto de apresentação de Ângela Sobral
- Rendas de Semide
Exposição temporária. Casa de Artesanato da Região de Coimbra.
Planificação e texto de apresentação de Ângela Sobral
- Cobres de Oliveira do Hospital
Exposição temporária. Casa de Artesanato da Região de Coimbra.
Planificação e texto de apresentação de Ângela Sobral
- Cestaria em Vime
Exposição temporária. Casa de Artesanato da Região de Coimbra, de Fevereiro a Setembro de 1980.
Planificação e texto de apresentação de Berta Duarte
- Esteiras de Arzila
Exposição temporária. Casa de Artesanato da Região de Coimbra.
Planificação e texto de apresentação de Ângela Sobral
- Serralharia Artística. Homenagem da CMC a José Pompeu Aroso
Exposição temporária. Casa de Artesanato da Região de Coimbra, em Julho 1980. Planificação e texto de apresentação de Berta Duarte
- Barros Pretos de Olho Marinho
Exposição temporária. Casa de Artesanato da Região de Coimbra, de Dezembro de 1980 a Abril de 1981.
Planificação e texto de apresentação de Berta Duarte
Esta exposição foi posteriormente reapresentada com texto e apresentação de Ângela Sobral.
- Antonino de Castro, Peneireiro
Exposição temporária. Casa de Artesanato da Região de Coimbra, em 1989.
Planificação e texto de apresentação de Ângela Sobral
- Bordados da Madeira
Exposição temporária. Casa de Artesanato da Região de Coimbra, de Outubro a Dezembro de 1983.
Planificação e texto de apresentação de Berta Duarte

- Eventos sobre a salvaguarda do património cultural
. I Encontro sobre a Salvaguarda do Património Cultural
Organização, Dezembro de 1980
. Seminário sobre a recuperação do Centro Histórico de Coimbra
Organização. Fevereiro de 1982
. Museu dos Transportes Urbanos
Planificação, montagem e abertura na antiga remise dos carros elétricos.
Organização e textos de Rodrigues Costa.

- Semana de Coimbra no Estoril, 8 a 17 de Junho de 1984
Evento que para além da apresentação diária de grupos de fado de Coimbra e de grupos folclóricos, da gastronomia regional e da realização de uma Serenata de Coimbra junto à Igreja de S. Estêvão, em Lisboa, integrou as exposições a seguir enumeradas.
. Técnicas tradicionais da Região de Coimbra em que foram apresentados as seguintes mostras: Faiança Esmaltada de Coimbra; Rendas de Semide; Artefactos de Madeira; Cobres de Oliveira do Hospital; Funilaria e Latoaria; Tecelagem de Almalaguês; Cestaria em Vime.
. Coimbra antiga
Textos de A. Carneiro da Silva
. 6 Fotógrafos de Coimbra
Textos de Manuel Miranda
. Pintores de Coimbra
Textos de A.F. Rodrigues da Costa
. Medalhística. Homenagem a Cabral Antunes
Textos de A. Carneiro da Silva

Rodrigues Costa, que agradece a colaboração das Dr.ªs Berta Duarte e Ângela Sobral.

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por Rodrigues Costa às 18:35


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