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A' Cerca de Coimbra



Terça-feira, 04.02.20

Coimbra: Belezas de Coimbra e Memória topográfica e descritiva de Coimbra 1

Na sequência da muito meritória tarefa a que meteu ombros, o Dr. Mário Araújo Torres colocou em letra de forma mais um livro, o terceiro, que nos trás à memória escritos relacionados com Coimbra e relegados, com o decorrer dos anos, para o esquecimento.

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Capa do livro

Textos relevantes não só pelas informações que carreiam, mas também porque nos permitirem imaginar a cidade de Coimbra e as suas gentes no tempo em que foram escritos.

Coimbra deve ao Dr. Mário de Araújo Torres o agradecimento institucional pelo esforço e pela generosidade demonstrada.

Da badana da contracapa retiramos o que segue:

Prosseguindo no propósito de facilitar o acesso a publicações relevantes sobre a história de Coimbra de há muito esgotados e na sequência da reedição da «Conquista, antiguidade e nobreza da mui insigne e ínclita cidade de Coimbra», de António Coelho Gasco, e da «História breve de Coimbra: sua fundação, armas, colégios, conventos e Universidade» de António Francisco Barata, reúnem-se no presente volume duas obras de características diferentes, mas complementares: «Belezas de Coimbra», de António Moniz Barreto Corte-Real, e, sob o título «Memória topográfica e descritiva de Coimbra e seus arredores». recolha dos artigos da autoria de Francisco António Rodrigues de Gusmão sobre esta remática, dispersos por diversas publicações periódicas, que ele projetara reunir em volume, com a apontada designação, o que não chegou a concretizar.

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Imagem do frontispício da edição de 1831

«Belezas de Coimbra», publicado pelo terceirense António Moniz Barreto Corte-Real, em 1831, quando estudante da Universidade, distingue-se pela sua superior qualidade literária. Enquadrado por cartas saudosas à sua “amada Júlia”, propõe-se levar ao meio do Atlântico a descrição da “terra que possui o seu amante” e fazê-la “admirar comigo os prodígios e encantos que a Providência liberalizou (…) à risonha Coimbra, que se está erguendo sobre as margens do Mondego, majestosa como o trono da sua sabedoria”.
Na reedição da sua obra, em 1855, Corte-Real assinalou:” Depois do meu livrinho têm aparecido em vários periódicos literários muitos e excelentes artigos sobre o mesmo assunto. Entre eles distinguem-se superiormente, pela profundidade e vastidão de conhecimentos arqueológicos, os do sr. Francisco António Rodrigues de Gusmão, a quem respeito e admiro”.

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Francisco António Rodrigues de Gusmão

Em 1859, Inocêncio Francisco da Silva anunciou, no «Dicionário Bibliográfico Português, que o seu particular amigo e colaborador Francisco António Rodrigues de Gusmão projetava publicar uma obra intitulada «Memória topográfica e descritiva de Coimbra e seus arredores», em parte composta por artigos já saídos em publicações periódicas e no resto inédita, propósito que não chegou a concretizar.
Por isso se reputou adequado, na sua segunda parte do presente volume.

Corte-Real, A.M.B. e Gusmão, F.A.R. 2020. Belezas de Coimbra seguido de Memória topográfica e descritiva de Coimbra e seus arredores. Recolha de textos e notas de Mário Araújo Torres. Lisboa, Edição Gráfica de Edições Ex-Libris.

 

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por Rodrigues Costa às 10:17


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