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A' Cerca de Coimbra



Quinta-feira, 21.01.16

Coimbra, as artes e ofícios

Coimbra quinhentista, como dissemos, tinha profundas raízes económico-sociais mergulhadas na terra

… como centro económico, favorecia o desenvolvimento de certas indústrias na região que dominava. O conceito de economia urbana implica, de facto, a dualidade cidade-campo. E dentro da economia rural deparamos com indústrias abastecedoras da cidade e, ao mesmo tempo, com a fabricação de objetos para consumo local

… O conjunto das cartas de exame (e das licenças) da cidade e do termo mostra bem a diferença qualitativa do artesanato urbano e rural. Há profissões, como é natural, que são exercidas apenas ou essencialmente na cidade: ourives, douradores, bate-folhas, violeiros, cuteleiros, odreiros, seleiros, espingardeiros, anzoleiros, conteiros, livreiros, boticários, pasteleiros, cordoeiros e esteireiros. Raros luveiros, oleiros, sirgueiros e tanoeiros exerciam as suas atividades no termo. Os sombreireiros e os curtidores são um pouco mais numerosos. Em maior quantidade, os pedreiros, carpinteiros, ferreiros, alfaiates, sapateiros e os que se dedicam à fabricação de tecidos. Predominantes, os lagareiros e moleiros.

 

Oliveira, A. 1971. A Vida Económica e Social de Coimbra de 1537 a 1640. Primeira Parte. Volume I. Coimbra, Universidade de Coimbra, pg.489 a 491

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por Rodrigues Costa às 10:38


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